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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Wilson Fittipaldi e Mil Milhas de 1957

Foto copiada da Internet que mostra  Wilson Fittipaldi, que mais tarde seria apelidado de "Barão" pelo jornalista Ney Gonçalves Dias, conversando com um repórter de jornal na Pça. Charle Miller onde eram feitas as inspeções dos carros que participariam da "II Mil Milhas Brasileiras", em 1957.  
Atrás vemos algumas das carreteras que tomariam parte da prova.
Nessa prova perdeu a vida, devido à um acidente causado por um cavalo, o parceiro de Camillo Chistofaro: Djalma Pessolato, revejam aqui.
Nessa outra foto podemos ver a carretera do Camillo e do Djalma, tendo ao lado, apoiado na porta, de gravata, Luiz Américo Margarido e, de paletó, José Gimenez Lopes, e novamente o repórter do jornal.
Nessa prova Gimenez Lopes correu em parceria com Chico Landi e venceram, mas foram desclassificados por causa de uma lanterna apagada. A vitória ficou então com a dupla gaucha Orlando Menegaz e Aristides Bertuol.
Clique nas fotos para ampliar

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Djalma Pessolato

Dia 20 passado falei aqui do acidente com o piloto Djalma Pessolato na "II Mil Milhas Brasileiras" em 1957, acidente esse provocado por um cavalo que adentrou ao autódromo e atravessou a pista. Ele corria em dupla com Camillo Christofaro.
Fui dar uma olhada na carreira desse piloto e não achei muita coisa, 
Ele participou da Prova Washington Luiz em 1949 chegando em 14º lugar na geral, outra que achei foi a "I Mil MIlhas" em 1956, onde correu em dupla com Luiz Valente na carretera 52, chegaram em 14º lugar. E foi só, mas ele deve ter participado de mais provas.
O ex-piloto Caetano Damiani, do tempo das carreteras, me disse que Pessolato tinha uma loja na Rua Piratininga, 200.
Nessa mesma prova o piloto Alfredo Santilli também atropelou um cavalo, mas saiu ileso, só precisou parar nos boxes para reparos, seus amigos depois da prova lhe deram um troféu extra oficial: "O Cavaleiro da Pista".
 Pessolato e Luiz Valente na carretera 52 em 1956
Camillo, seu parceiro, fazendo inspeção da carretera na Pça. Charles Miller, em frente ao Pacaembu, o "baixinho" era um repórter

Djalma Pessolato e nova foto do cavalo, agora do jornal O Globo, vendo-se ainda a carreterinha Fiat de Emilio Zambello
Duas fotos do estado em que ficou a carretera depois do capotamento
 Mania de brasileiro: teoria da conspiração

Clique nas imagens para ampliar e poder ler

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Antonio "Carlinhos" Aguiar

Carlinhos Aguiar foi um dos "feras" das Carreteras e dos Mecânica Nacional e já foi retratado no site Bandeira Quadriculada (veja aqui)
Pesquisando um outro assunto na Revista 4 Rodas encontrei uma sequencia de fotos de um acidente dele na Curva 3 na prova Premio John Kennedy em 11/10/64, como é muito interessante copiei para postar aqui.
Reparem a altura que era a Curva 3, vejam o Fusquinha lá embaixo.
Apesar da derrapada, pelo numero de voltas, ele ainda se classificou em nono lugar na geral e em quarto na categoria, corria com uma Ferrari/Corvette da Escuderia Lobo do Camillo Christofaro.
Vejam (clicando aqui) mais um acidente nessa curva, dessa vez com Waldemar Santilli, não deixem de explorar todos os links para ver mais detalhes sobre o acidente e sobre a carreira dele.
Clique nas fotos para ampliar

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Interlagos no sentido horário

Estava me lembrando, nem sei direito porque, da prova “250 Milhas de Interlagos”, promovida pela APVC presidida na época por Eduardo Celidonio, e que teve a vitória de Camillo Christofaro e Antônio Carlos Aguiar em 19 de dezembro de 1965, quase um mês depois da “VII Mil Milhas Brasileiras” vencida que foi por Victorio Azzalin e Justino de Maio com uma carretera comprada de Caetano Damiani, que chegou em segundo fazendo dupla com Bica Votnamis.
Me lembrei, acho, porque foi uma de algumas provas daquela década realizada no sentido horário, ao contrário ao tradicional sentido anti-horário utilizado até hoje.
Tudo isso para perguntar: será que ninguém pensou em fazer uma corrida no novo circuito de Interlagos no sentido horário?
Olhando o desenho da pista me parece muito evidente ser esse o sentido melhor, a pista foi encurtada, mutilada e ficou mais fácil, me parece ser muito mais interessante agora faze-la no sentido horário, as adaptações nem seriam muitas, como observado pelo "anônimo" nos comentários, uma seria uma área de escape bastante grande na Junção pois os carros chegarão ali em velocidade elevada vindo de uma descida.
Largada em frente aos boxes, como hoje, pequena reta até o Café, desce (sem a chicane) até a Junção, faz o Mergulho, em subida, até chegar ao Bico de Pato, depois Pinheirinho, Laranja e Descida do Lago (agora em subida), Reta Oposta, Sol, e ai a parte que me parece mais interessante, o Esse do Senna feito ao contrário, em subida.
Que acham? “
"- Ahh, mas o Sr Bernie Ecclestone não vai topar”, dirão vocês, e eu respondo: 
“- Que se dane o Bernie, nós somos donos de Interlagos, não ele, a F1 que continue fazendo do mesmo jeito, mas nas nossas corridas mandamos nós”.


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Namorados no Autódromo - 1969

Hoje vou postar mais duas fotos daquelas enviadas pelo Claudio Grossi.
São da prova “Namorados no Autódromo” em Pinhais, Curitiba (PR), em julho de 1969.

A primeira foto mostra o lindo protótipo “Snob’s Corvair” de
Eduardo Celidonio, (mais artigos sobre ele) tendo um pouco atrás a carretra Chevrolet/Corvette de Camillo Christofaro (mais artigos) ainda no reboque. E notem o carro que puxa a carreta, provavelmente um Chevrolet 1937, já velho para a época, e ele foi do bairro do Canindé em São Paulo até Curitiba, e voltou!
Na segunda foto vemos a largada da prova. Dando para ver a carretera do Camillo, o protótipo do
Bica Votnamis, (mais artigos) tendo atrá o protótipo do Celidonio e lá no fundo dá para identificar ainda o protótipo Simca do gaúcho Breno Fornari (veja mais artigos).
Os outros vocês identificam...

Aproveitem bem todos os links e conheçam um pouco do passado de nosso automobilismo.


Clique nas fotos para ampliar

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

VI 500 Quilômetros de Interlagos

Voltando ao assunto principal desse Blog: o automobilismo de passado recente, vamos lá.
No ultimo post que coloquei sobre a Carretera #34, (veja aqui) comentei do acidente em que “Dinho” (Edmundo Bonotti) faleceu.
Foi em Interlagos nos treinos para o "VI 500 Quilômetros de Interlagos" em setembro de 1963:
“... o piloto Edmundo “Dinho” Bonotti estava na curva da chegada, que se tornava de alta velocidade quando o traçado era feito pelo anel externo com os possantes Chevrolet Corvette V8, embalando muito na subida desde a Curva 3.
Bonotti entrou de “pé embaixo” e atravessou de lado, tentando corrigir a trajetória mantendo o pedal do acelerador no fundo. Ele virou “passageiro”. O carro adentrou a parte traseira dos boxes, atingiu expectadores, batendo na sarjeta, e saiu voando com o motor ainda em funcionamento. Edmundo Bonotti caiu do carro e morreu instantaneamente. O automóvel ainda passou toda a área do pequeno paddock e aterrissou bem longe, perto da árvore da Curva do Pinheirinho
. (Jan Balder, no livro “Nos Bastidores do Automobilismo” - editora: Tempo & Memória).

Bom, depois de tão boa descrição, só resta agora mostrar fotos que o Paulo Trevisan, do Museu do Automobilismo, me enviou há muito tempo atrás, esclarecendo que o Luciano Bonini havia inovado e feito um carro que tinha a carroceria intercambiável, era uma Carretera, mas se transformava no Mecânica Nacional também, e foi com esse carro que Dinho morreu. Depois do acidente Bonini destrocou a carroceria e Caetano Damiani o recomprou da viúva de Dinho.
Veja aqui uma bela foto da carretera #34 disputando posição com a carretera #18 de Camilo Christofaro

"Dinho" durante os treinos...

Saindo dos boxes...

Estado em que ficou o carro.
Fotos: acervo de Paulo Trevisan

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Carretera 34

Foto de um jornal de 1963, que mostra Luciano Bonini preparando a carretera Chevrolet/Corvette 1934 para disputar a prova "GP Estrada da Produção", entre Passo Fundo e Porto Alegre (RS) em 27 de janeiro de 1963, prova que foi vencida por Vitório Andreatta com uma carretera semelhante.
Carretera essa que depois acabou nas mãos de Caetano Damiani, que com ela fazia frente ao "bicho papão" da época: Camillo Christofaro e sua carretera 18.

Clique para ampliar e ler a legenda
Aqui, a carretera já nas mãos de Caetano Damiani, disputando em 1968 a prova de III Aniversário da Associação Paulista de Pilotos de Competição (APVC)
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