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sábado, 2 de fevereiro de 2019

Programa da VI Mil Milhas Brasileiras

O amigo e leitor Claudio Grossi enviou cópia do programa da "VI Mil Milhas Brasileiras" realizada em 1961 nos dias 25/26 de novembro.
Esse programa ele, ainda um garoto, pegou lá na pista de Interlagos onde foi assistir a prova e guardou com muito cuidado e carinho, por (49) anos, até hoje.
Obrigado ao Claudio por dividir conosco aqui no Blog essa preciosidade.

O resultado da prova, que teve o tempo total de 15h15min:
1º Carretera Ford nº 9 - Orlando Menegaz e Ítalo Bertão (RS)
2º JK Alfa Romeo nº 1 - Christian Heins e Francisco Landi (SP)
3º JK Alfa Romeo nº 5 - Mário Olivetti e Airton Varanda (RJ)
4º Carretera Ford nº 37 - José Asmuz e Aristides Bertuol (RS)
5º Carretera Chevrolet nº 2 - Ivo Rizzardi e Caetano Damiani (SP)
6º DKW Vemag nº 10 - Mário César Camargo e Bird Clemente (SP)
7º DKW Vemag nº 11 - Luís Grecco e Juvenal Terra (SP)
8º Carretera Chevrolet nº 58 - Antônio C. Avalone e Carlinhos Aguiar (SP)
9º Simca nº 44 - Waldemyr Costa e Waldemyr Costa Filho (SP)
10º Simca nº 45 - Ciro Caires e Danilo de Lemos (SP)


Não deixe de clicar nas imagens para ampliar

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Mil Milhas 1973

Para terminar bem o ano, um filme que o DúCardim postou no Twitter. 
Vamos divulgar por aqui também.
Vejam e me digam, seria possível um grid desses nessa pista em que transformaram Interlagos? E com o automobilismo de hoje em dia?
Só lembrando que a vitória foi de Bird Clemente e seu irmão Nilson Clemente com um Ford Maverick. Para ver o resultado completo da prova clique aqui.



segunda-feira, 1 de agosto de 2016

José Asmuz (1927 / 2016)

Recebi e-mail hoje de meu amigo (virtual) Paulo Roberto Renner, lá de Porto Alegre (RS), dando conta do falecimento de José Asmuz.
Nascido em São Francisco de Paula em 21 de novembro de 1927, ele foi piloto automobilismo e dirigente do Sport Club Internacional de Porto Alegre (RS), além de suas atividades normais. Asmuz tinha 89 anos e foi vítima de uma parada cardíaca
Do inicio da década de 50 até o ano de 1968 foi piloto, sempre com carretera Ford. Sua primeira vitória foi na prova “Cidade de Pelotas” em 26/06/56, foi 8º colocado na “I Mil Milhas Brasileiras” em 24/11/56 em dupla com Raul Wigner. Tornou-se também um dos maiores rivais de Catarino Andreatta que na época era considerado o maior piloto de carreteras do Rio Grande do Sul. 
Foi campeão gaúcho de automobilismo em 1963.
Na carretera dele que Emerson Fittipaldi, aos 11 anos, andou pela primeira vez, nos treinos da “II Mil Milhas Brasileiras” em 1957, num carro de corridas:
“- Minha primeira experiência dentro de um carro de corrida foi dentro de uma carretera do Asmuz, sentado no tanque de gasolina”, conta Emerson.
Com a vitória dos paulistas Jan Balder e Chico Landi no “500 Quilômetros de Porto Alegre” de 1968 a bordo de uma BMW 2002, ele e outros pilotos gaúchos perceberam que a época de ouro das carreteras havia acabado. A partir de 1970 passou então a competir de Chevrolet Opala, chegando inclusive, a fazer dupla com o radialista e também piloto Pedro Carneiro Pereira, até se aposentar em meados dos anos 1970.
Pouco depois da trágica morte de Pedrinho em Tarumã Asmuz diminuiu seu envolvimento dentro das pistas. Pedro Carneiro Pereira morreu, aos 35 anos, num acidente do Campeonato Gaúcho de Turismo de 1973. Além disso, começavam seus compromissos com o Internacional de futebol, outra de suas paixões, que Asmuz levou aos títulos gaúchos de 1981, 1991 e 1992..
Foi presidente do Sport Club Internacional nos períodos 1980/1981 e 1990 a 1993, Asmuz estava no comando do clube no título da Copa do Brasil de 1992 e na primeira final de Copa Libertadores de um clube gaúcho, em 1980.

Página do livro "Automobilismo no tempo das carreteras" de Paulo Roberto Renner e Luiz Fernando Andreatta

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Wilson Fittipaldi e Mil Milhas de 1957

Foto copiada da Internet que mostra  Wilson Fittipaldi, que mais tarde seria apelidado de "Barão" pelo jornalista Ney Gonçalves Dias, conversando com um repórter de jornal na Pça. Charle Miller onde eram feitas as inspeções dos carros que participariam da "II Mil Milhas Brasileiras", em 1957.  
Atrás vemos algumas das carreteras que tomariam parte da prova.
Nessa prova perdeu a vida, devido à um acidente causado por um cavalo, o parceiro de Camillo Chistofaro: Djalma Pessolato, revejam aqui.
Nessa outra foto podemos ver a carretera do Camillo e do Djalma, tendo ao lado, apoiado na porta, de gravata, Luiz Américo Margarido e, de paletó, José Gimenez Lopes, e novamente o repórter do jornal.
Nessa prova Gimenez Lopes correu em parceria com Chico Landi e venceram, mas foram desclassificados por causa de uma lanterna apagada. A vitória ficou então com a dupla gaucha Orlando Menegaz e Aristides Bertuol.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Djalma Pessolato

Dia 20 passado falei aqui do acidente com o piloto Djalma Pessolato na "II Mil Milhas Brasileiras" em 1957, acidente esse provocado por um cavalo que adentrou ao autódromo e atravessou a pista. Ele corria em dupla com Camillo Christofaro.
Fui dar uma olhada na carreira desse piloto e não achei muita coisa, 
Ele participou da Prova Washington Luiz em 1949 chegando em 14º lugar na geral, outra que achei foi a "I Mil MIlhas" em 1956, onde correu em dupla com Luiz Valente na carretera 52, chegaram em 14º lugar. E foi só, mas ele deve ter participado de mais provas.
O ex-piloto Caetano Damiani, do tempo das carreteras, me disse que Pessolato tinha uma loja na Rua Piratininga, 200.
Nessa mesma prova o piloto Alfredo Santilli também atropelou um cavalo, mas saiu ileso, só precisou parar nos boxes para reparos, seus amigos depois da prova lhe deram um troféu extra oficial: "O Cavaleiro da Pista".
 Pessolato e Luiz Valente na carretera 52 em 1956
Camillo, seu parceiro, fazendo inspeção da carretera na Pça. Charles Miller, em frente ao Pacaembu, o "baixinho" era um repórter

Djalma Pessolato e nova foto do cavalo, agora do jornal O Globo, vendo-se ainda a carreterinha Fiat de Emilio Zambello
Duas fotos do estado em que ficou a carretera depois do capotamento
 Mania de brasileiro: teoria da conspiração

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mil Milhas Brasileiras de 1965

Foto da largada da Mil Milhas Brasileiras em 1965.
Vê-se em destaque a carretera # 34 de Caetano Damiani, que tinha como parceiro Bica Votnamis, ao fundo vê-se mais duas carreteras, a #2 de Catarino Andreatta, que fazia dupla com seu filho Vitório Andreatta e mais a carretera vencedora da prova, a #50 de Victorio Azzalin e Justino de Maio.
Dá para ver também a Alfa Romeo Giulia #23 de Piero Gancia e Ruggero Peruzzo e provavelmente a #25 de Emilio Zambello e Marivaldo Fernandes.

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Aristides Bertuol - Carretera

Falei de Aristides Bertuol (RS) participando do GP Cidade do Rio de Janeiro com um carro Grand Prix (monoposto), mas sua carreira foi quase toda correndo de carreteras, sua Chevrolet nº 4 ficou famosa.
Tomei "emprestada" uma foto ao site "Bon Vivant", em sua página sobre a Salton que foi patrocinadora constante de Bertuol com sua marca "Presidente", inicialmente um vinho branco, fornecido inclusive para a presidencia da republica, depois foi lançado o conhaque Presidente, que ficou muito famoso na época.
Essa foto é da primeira "Mil Milhas Brasileiras", em 1956, onde Bertuol correndo em dupla com Waldir Rabeschini chegou em 3º lugar, atrás do WV/Porche de Eugenio Martins e Christian Heins, no ano seguinte (57), correndo em dupla com Orlando Menegaz, ganhou a prova. Em 1958 repetindo a dupla, tiveram muitos problemas, roda quebrada, ponta de eixo partida, e só chegaram em 11º lugar, e foi nesse ano que parou de correr. Faleceu em 1979.

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